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Fisioterapia pélvica para o cuidado urinário em Curitiba

A avaliação pode ser procurada nas primeiras perdas ou quando os escapes já acompanham a rotina há meses ou anos. Mesmo quando o problema parece fazer parte do cotidiano, é possível compreender como as perdas acontecem e quais possibilidades de cuidado são adequadas para cada caso.

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Sala privativa preparada para avaliação individual

Você não precisa esperar piorar. Nem continuar adaptando a vida aos escapes

Com o tempo, algumas pessoas passam a usar proteção diariamente, escolher roupas por medo de molhar, evitar exercícios e viagens ou localizar banheiros antes mesmo de sair de casa.

Outras se acostumam e acreditam que não há mais o que fazer. A avaliação considera o início, a evolução e o impacto das perdas para compreender os fatores envolvidos e orientar um cuidado individual.

A perda de urina não acontece sempre do mesmo jeito

Durante esforços

Incontinência urinária de esforço

Perdas ao tossir, espirrar, rir, correr, saltar, levantar peso, mudar de posição ou realizar exercícios.

Junto de uma urgência

Incontinência urinária de urgência

A vontade aparece de forma súbita e difícil de adiar, podendo ocorrer perda antes de chegar ao banheiro.

De forma mista

Incontinência urinária mista

As perdas acontecem tanto durante esforços quanto acompanhadas de urgência.

Identificar o padrão predominante ajuda a compreender quais aspectos precisam ser avaliados e trabalhados. Por isso, o acompanhamento não é igual para todas as pessoas.

Talvez você se reconheça em alguma destas situações

Perdas durante esforços

Tossir, espirrar, rir, caminhar, correr, saltar ou levantar peso.

Urgência e frequência

Vontade súbita, idas frequentes ao banheiro ou dificuldade para adiar.

Proteção e mudanças na rotina

Uso de absorventes, troca de roupas ou necessidade de localizar banheiros.

Atividades e vida social

Receio durante exercícios, viagens, encontros, relações ou atividades sociais.

Mudanças e tempo de convivência

Sintomas após gestação, parto, menopausa, cirurgias ou presentes há meses ou anos.

Tentativas e objetivos

Exercícios sem melhora, dúvidas sobre o assoalho pélvico ou desejo de retomar atividades.

Conviver há muito tempo não significa que o problema deva ser ignorado

A perda de urina pode começar de forma discreta e, gradualmente, modificar comportamentos, escolhas e atividades.

Talvez você já saiba onde ficam os banheiros, evite determinados exercícios, use proteção diariamente ou considere os escapes parte natural da idade, da maternidade ou de uma cirurgia.

Na avaliação, o tempo de convivência com o sintoma é considerado junto ao funcionamento urinário, à resposta do assoalho pélvico, aos hábitos e ao impacto na rotina.

Você não precisa esperar perder mais urina para procurar ajuda e também não precisa continuar se adaptando porque isso já acontece há muito tempo.

O cuidado vai além de fortalecer

Nem toda perda de urina está relacionada somente à falta de força. Também podem existir dificuldades de percepção, sustentação, relaxamento, coordenação muscular ou controle da vontade de urinar.

  • Compreensão da bexiga e do assoalho pélvico.
  • Contração, sustentação e relaxamento muscular.
  • Coordenação com a respiração e os esforços.
  • Estratégias para controlar a urgência.
  • Treino progressivo da bexiga.
  • Orientações sobre líquidos e hábitos urinários.
  • Preparação para tossir, correr, saltar e levantar peso.
  • Retorno gradual às atividades.
  • Recursos complementares, quando indicados.

O objetivo é reduzir o impacto dos sintomas e favorecer mais segurança, autonomia e confiança no cotidiano, respeitando a resposta individual.

O que a avaliação permite compreender

Na primeira consulta, são conversados o início e a evolução das perdas, as situações em que acontecem, a frequência urinária, a presença de urgência, o uso de proteção e o impacto dos sintomas na rotina.

  • Ingestão de líquidos e hábitos urinários.
  • Funcionamento intestinal.
  • Atividades físicas e medicamentos.
  • Histórico de gestação, parto ou cirurgias.
  • Dificuldades para esvaziar a bexiga.
  • Objetivos e atividades que a pessoa deseja retomar.

A avaliação funcional do assoalho pélvico, quando indicada e consentida, ajuda a observar percepção, contração, resistência, relaxamento e coordenação muscular.

Ao final, os achados são explicados e são apresentadas as possibilidades de cuidado e os próximos passos.

Conversa reservada

Compreensão da rotina, mudanças percebidas e objetivos.

Avaliação funcional

Realizada apenas quando indicada, explicada e autorizada.

Orientação inicial

Informações práticas relacionadas aos achados.

Plano individual

Estratégias e estimativa de acompanhamento, quando necessário.

Não existe protocolo igual para todas as pessoas. Qualquer etapa pode ser recusada ou interrompida.

CADA HISTÓRIA MERECE UM CUIDADO ÚNICO
Dra. Keithy Rodrigues BrazFisioterapeuta · CREFITO-8 315380-FPós-graduada lato sensu em Fisioterapia Pélvica InternacionalUroginecologia e Sexualidade Funcional
Dra. Keithy Rodrigues Braz, fisioterapeuta da Plena Saúde Pélvica

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Perguntas frequentes

A perda precisa ser frequente para justificar uma avaliação?

Não. Mudanças ocasionais, dúvidas sobre controle urinário ou insegurança em algumas atividades já podem ser conversadas. A avaliação ajuda a entender o contexto e se existe indicação de acompanhamento.

Como é a primeira avaliação?

Começa por uma conversa sobre rotina, hábitos, atividades e objetivos. Qualquer etapa física é explicada previamente e depende de consentimento.

A avaliação é obrigatoriamente interna?

Não. Uma avaliação interna só pode ser considerada quando houver indicação, explicação e autorização. Ela pode ser recusada ou interrompida.

Preciso de encaminhamento médico?

Nem sempre. Exames, diagnósticos ou orientações médicas existentes podem ser levados para integrar o cuidado.

Quantas sessões serão necessárias?

A estimativa é apresentada depois da avaliação e depende dos achados funcionais, dos objetivos e da evolução individual.

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Este conteúdo é educativo e não substitui avaliação médica ou fisioterapêutica.

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